Ai é?! É?!... Ah, não sei de nada!
Querem então os senhores que se escreva neste blog de longas andanças? Então vou-vos contar a história heróica de um senhor (que por acaso escreve esta posta) que conseguiu a fantástica e maravilhosa proeza de unir duas mulheres por sentimento de atracção fisica, e que mais cedo ou mais tarde experimentarão uma bela, agradável e lambida sessão sexual lesbiana!
Pois isto aconteceu à algum tempo com uma pessoa que conheci na net. Com o tempo fomo-nos tornando amigos e tinhamos vadiados tipos de conversa. Uma vez calhou ela dizer que uma amiga dela esteve quase para a beijar, que lhe tocava e abraçava muito quando estavam bêbedas, e que ela achava que essa amiga a queria beijar. Se por um lado ela se sentia tentada a beijar essa amiga, nunca o fez porque sentia nojo de beijar outra mulher, e porque achava que traíria o namorado com essa prática.
Num primeiro passo, eu que detesto injustiças, fiz-lhe ver com argumentos bem delineados que um beijo ou uma relação trocada com elementos do mesmo sexo (feminino, está bom de ver!) não seria uma traição para o parceiro, porque este não poderia lutar contra isso. As mulheres sabem o que têm, conhecem o seu corpo, são dotadas de sensibilidade e carinho, e sabem como tocar-se e ter prazer; como tal sabem também quais os pontos onde tocar a outra mulher para lhe proporcionar prazer. Pelo contrário, por muito bom que o homem seja na cama, e por muito bom que o homem seja a descobrir os pontos onde a mulher gosta mais de ser estimulada, este não dispensa a sua própria ejaculação, seja por estimulação oral, vaginal ou anal da parceira.
Outro dos argumentos usados era a questão do ciume: perguntei-lhe se ela tinha ciume do namorado quando este falava com outras mulheres, fossem amigas ou colegas; ela respondeu que sim; depois perguntei se sentia também quando ele falava com homens, e ela respondeu que não... ou seja: a companhia feminina provocava nela ciumes, mas a masculina não lhe provocava. Ora somando isto tudo conclui-se com alguma razão que uma mulher estar com outra mulher não está a trair o namorado!
Este foi o primeiro passo. A seguir a isso já não tive grande influência, simplesmente trocávamos algumas opiniões sobre outra amiga dela que era um pouco mais devassa, e que poderia ser uma boa parceira. Contei-lhe também porque achava magnífico um corpo feminino, como era proporcional e bem dimensionado (se bem tratado, claro), e cheguei inclusivé a descrever uma história de uma cena de lesbianismo com um nível e um pormenor de um Mário Sallieri ou de um Marc Dorcel.
Acontece que, a seguir a vir de Paris, aconteceu o que eu desejei: ela começou a procurar pessoas pela net que queriam o mesmo que ela: mulheres!, já que a curiosidade dela atingiu um extremo elevadíssimo. Ela conheceu uma mulher e elas estavam-se a dar muito bem, inclusivé já tinham trocado fotos, e falado com webcam! Estavam na eminência de combinar um encontro para efectivar o sexo virtual que praticam várias vezes...
Esse encontro ainda não acontecer, mas a minha amiga está bastante excitada por estar com a outra mulher, e bastante curiosa.
Como vêm, essas acusações de paneleirice não chegam ao meu cantinho, que tenho batalhado para fazer duas mulheres felizes, reencontrando as alegrias do lesbianismo. E acreditem em mim quando digo: elas são umas boazonas!
Ah, o que eu não dava para ter umas recordações fotográficas desse encontro!
Pois isto aconteceu à algum tempo com uma pessoa que conheci na net. Com o tempo fomo-nos tornando amigos e tinhamos vadiados tipos de conversa. Uma vez calhou ela dizer que uma amiga dela esteve quase para a beijar, que lhe tocava e abraçava muito quando estavam bêbedas, e que ela achava que essa amiga a queria beijar. Se por um lado ela se sentia tentada a beijar essa amiga, nunca o fez porque sentia nojo de beijar outra mulher, e porque achava que traíria o namorado com essa prática.
Num primeiro passo, eu que detesto injustiças, fiz-lhe ver com argumentos bem delineados que um beijo ou uma relação trocada com elementos do mesmo sexo (feminino, está bom de ver!) não seria uma traição para o parceiro, porque este não poderia lutar contra isso. As mulheres sabem o que têm, conhecem o seu corpo, são dotadas de sensibilidade e carinho, e sabem como tocar-se e ter prazer; como tal sabem também quais os pontos onde tocar a outra mulher para lhe proporcionar prazer. Pelo contrário, por muito bom que o homem seja na cama, e por muito bom que o homem seja a descobrir os pontos onde a mulher gosta mais de ser estimulada, este não dispensa a sua própria ejaculação, seja por estimulação oral, vaginal ou anal da parceira.
Outro dos argumentos usados era a questão do ciume: perguntei-lhe se ela tinha ciume do namorado quando este falava com outras mulheres, fossem amigas ou colegas; ela respondeu que sim; depois perguntei se sentia também quando ele falava com homens, e ela respondeu que não... ou seja: a companhia feminina provocava nela ciumes, mas a masculina não lhe provocava. Ora somando isto tudo conclui-se com alguma razão que uma mulher estar com outra mulher não está a trair o namorado!
Este foi o primeiro passo. A seguir a isso já não tive grande influência, simplesmente trocávamos algumas opiniões sobre outra amiga dela que era um pouco mais devassa, e que poderia ser uma boa parceira. Contei-lhe também porque achava magnífico um corpo feminino, como era proporcional e bem dimensionado (se bem tratado, claro), e cheguei inclusivé a descrever uma história de uma cena de lesbianismo com um nível e um pormenor de um Mário Sallieri ou de um Marc Dorcel.
Acontece que, a seguir a vir de Paris, aconteceu o que eu desejei: ela começou a procurar pessoas pela net que queriam o mesmo que ela: mulheres!, já que a curiosidade dela atingiu um extremo elevadíssimo. Ela conheceu uma mulher e elas estavam-se a dar muito bem, inclusivé já tinham trocado fotos, e falado com webcam! Estavam na eminência de combinar um encontro para efectivar o sexo virtual que praticam várias vezes...
Esse encontro ainda não acontecer, mas a minha amiga está bastante excitada por estar com a outra mulher, e bastante curiosa.
Como vêm, essas acusações de paneleirice não chegam ao meu cantinho, que tenho batalhado para fazer duas mulheres felizes, reencontrando as alegrias do lesbianismo. E acreditem em mim quando digo: elas são umas boazonas!
Ah, o que eu não dava para ter umas recordações fotográficas desse encontro!

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