Simplesmente Fantástico!
Boas.
Para continuar esta série de posts alusivos ao FCP, ao Mourinho e às suas vitórias, gostaria de partilhar com vocês este texto, ao qual eu não retiro uma vírgula. A opinião deste senhor é a mesma que a minha:
"Não sou fanático pela bola. Mas gosto de seguir a carreira de Mourinho - e as reacções à carreira de Mourinho - por motivos puramente científicos.
Segundo opinião corrente - e publicada - o sr.José Mourinho é um insuportável arrogante que olha para o país com um desprezo criminoso. Porquê? Porque, no essencial, o sr.Mourinho vai acumulando taças e campeonatos com insistência, não se coibindo de articular ideias claras com uma irreprimível vontade de vencer. Vencer tudo, vencer mais.
Para este país, a existência de alguém que gosta de vencer em público e tem talento para tal é um crime hediondo, que facilmente se confunde com as mais torpes vilanias. Se dúvidas houvesse, o veneno que Mourinho desperta nos metecos seria o retrato perfeito da mediocridade cultivada - e consentida - em que vivemos alegremente."
João Pereira Coutinho, Maxmen.
Para continuar esta série de posts alusivos ao FCP, ao Mourinho e às suas vitórias, gostaria de partilhar com vocês este texto, ao qual eu não retiro uma vírgula. A opinião deste senhor é a mesma que a minha:
"Não sou fanático pela bola. Mas gosto de seguir a carreira de Mourinho - e as reacções à carreira de Mourinho - por motivos puramente científicos.
Segundo opinião corrente - e publicada - o sr.José Mourinho é um insuportável arrogante que olha para o país com um desprezo criminoso. Porquê? Porque, no essencial, o sr.Mourinho vai acumulando taças e campeonatos com insistência, não se coibindo de articular ideias claras com uma irreprimível vontade de vencer. Vencer tudo, vencer mais.
Para este país, a existência de alguém que gosta de vencer em público e tem talento para tal é um crime hediondo, que facilmente se confunde com as mais torpes vilanias. Se dúvidas houvesse, o veneno que Mourinho desperta nos metecos seria o retrato perfeito da mediocridade cultivada - e consentida - em que vivemos alegremente."
João Pereira Coutinho, Maxmen.

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